Qual
mais econômico? Continuar os subsídios ao MINHA CASA MINHA VIDA RURAL, ao LUZ
PARA TODOS, aos poços, cisternas e irrigações canalizadas, não só nas regiões
áridas, mas, também ampliando o PRONAF na região Sul da Bahia, que além de
preservar a Mata Atlãntica e o cultivo orgânico, é um território formado
predominantemente por pequenos fazendeiros de até 50HA; quem tem 300HA pertence
a cinco ou mais herdeiros (como no nosso caso), portanto, somos todos
burareiros, merecedores de asfaltamento nas vicinais, poços artesianos e
subsídios na compra de veículo, trator, roçadeiras e demais ferramentas e
insumos, já que todo monitoramento rural requer manutenção e substituição de
peças, já que é um processo cíclico-contínuo, pois aqui chove muito e a cada
chuvarada estradas são esburacadas, a capoeira e outras crescem espontaneamente
em demasia, sendo necessário podas e capinação constantes e contínuas, renovação
da aração e plantios, principalmente de árvores próximo ás nascentes, rumos e aceiros. Pedimos uma
ampliação do programa PRONAF para a agricultura familiar rural, dentre outras
providencias socioeconômicas.
Portanto, antes de implementar dessalinização, temos que analisar os
prós e os contras da assistência rural também aqui no sul baiano, uma região em
que o êxodo rural é a praxe. Os
formandos da UESC prestam concursos e vão trabalhar fora. Outros migram para as
capitais, principalmente para SP. Ficam aqui os aposentados de um salário pra
cuidar e alimentar netos, cujos pais foram somar-se aos favelados nas
metrópoles; assim fica difícil contornar o problema do exodo rural, pois até os
meeiros ficam lá e cá, e quando vendem alguma produção viajam para gastar o
dinheiro com os filhos que residem em SP. Gente, governadores, atentem para
essa problemática, vamos desinchar as capitais, vamos minimizar a
favelização... Urgente... Votem a causa rural mantenedora da Mata Atlãntica
com suas espécies remanescentes com urgência. Vos fala LUCIA CARMEN DE OLIVEIRA, ambientalista
por educação ambiental aqui na internet.
COMBATE AO ÊXODO RURAL
OLHA uma sugestão para, ao invés de 'fabricarmos' pedintes
e dependentes de bolsa família, o governo patrocinar projetos que envolva o
trabalho em equipe no campo, ou seja, subsidiar empreendimentos rurais com
tecnologias de ponta, compartilhados, favorecendo a criação de agrovilas da Agricultura
Familiar.
PORQUE O PEQUENO FAZENDEIRO E OS MEEIROS TÊM DIFICULDADE DE EMPREENDER E RESIDIR NO CAMPO?
A vida rural é mais dispendiosa porque diariamente você tem
que preparar sementeiras em estufas cobertas de tela; regar [irrigação
canalizada], repor cercas que apodrecem, repor árvores onde falta, plantar, capinar
e aparar gramado, cercar cada área, arrastar e armazenar troncos, mourões e
lenhas; possuir ou alugar todas as ferramentas, maquinários e combustíveis; manutenção de
estradas vicinais; o tempo todo você tem que dar manutenção e monitorar
cultivos, estufas, podas e organização dos resíduos das podas que serão
reciclados e reutilizados como proteção do solo e como adubo. Por exemplo, a
agricultura sintrópica ensinada pelo suíço Ernst Göstch, uma
conquista experienciada por ele durante décadas, chamou a atenção dos
ambientalistas do mundo inteiro, sendo uma forma de monitoramento compartilhado
online, um modelo que pode ser replicado a curto, médio e longo prazo porque
trata-se de um estilo de vida simples [mínimo consumo de produtos
industrializados] e ao mesmo tempo complexo [do ponto de vista tecnológico
pelas razões citadas acima], portanto, o processo infinitamente contínuo,
porque a vegetação cresce a cada chuva, por isso requer limpa e poda
constantes. Assim também as estradas esburacam a cada chuva, por isso requer
asfaltamento, que é um mínimo que os
agricultores merecem para escoar seus produtos.
COMO COMBATER O ÊXODO RURAL?
Estruturação - Primeiramente analisar
presença de lençóis freáticos em locais distantes do litoral e, em caso positivo,
subsidiar construção de poços artesianos não somente nos sertões, mas também
nas demais áreas rurais podendo ampliar o PRONAF, para aquisição do ‘MINHA CASA
MINHA VIDA’ com telhado próprio para a coleta e as respectivas cisternas
armazenadoras das chuvas. Isso estimularia outros programas, como, asfaltamento
das estradas vicinais, o LUZ PARA TODOS com placas solares; irrigação; produção
orgânica e permacultura; reflorestamento; extração do óleo do dendê [na costa
do dendê-MARAÚ-BAHIA]; internet/educação no campo; criação de agrovilas.
Subsidiar tecnologias aplicadas aos maquinários e ferramentas que facilitem a
lida no campo, para aliviar o trabalho braçal, isso sim, descaracterizaria a
escravização, com uma qualidade de vida digna-não-escravizante, um modelo dignificante e atraente para os adeptos a esse estilo de vida. Isso sim,
estimularia a fixação do homem no campo e a produção orgânica para o combate ao
êxodo rural. Esse é um sonho de todo possuidor de uma área rural.