sexta-feira, 9 de novembro de 2018


Qual mais econômico? Continuar os subsídios ao MINHA CASA MINHA VIDA RURAL, ao LUZ PARA TODOS, aos poços, cisternas e irrigações canalizadas, não só nas regiões áridas, mas, também ampliando o PRONAF na região Sul da Bahia, que além de preservar a Mata Atlãntica e o cultivo orgânico, é um território formado predominantemente por pequenos fazendeiros de até 50HA; quem tem 300HA pertence a cinco ou mais herdeiros (como no nosso caso), portanto, somos todos burareiros, merecedores de asfaltamento nas vicinais, poços artesianos e subsídios na compra de veículo, trator, roçadeiras e demais ferramentas e insumos, já que todo monitoramento rural requer manutenção e substituição de peças, já que é um processo cíclico-contínuo, pois aqui chove muito e a cada chuvarada estradas são esburacadas, a capoeira e outras crescem espontaneamente em demasia, sendo necessário podas e capinação constantes e contínuas, renovação da aração e plantios, principalmente de árvores próximo ás  nascentes, rumos e aceiros. Pedimos uma ampliação do programa PRONAF para a agricultura familiar rural, dentre outras providencias socioeconômicas.

Portanto, antes de implementar dessalinização, temos que analisar os prós e os contras da assistência rural também aqui no sul baiano, uma região em que o êxodo rural é a praxe. Os formandos da UESC prestam concursos e vão trabalhar fora. Outros migram para as capitais, principalmente para SP. Ficam aqui os aposentados de um salário pra cuidar e alimentar netos, cujos pais foram somar-se aos favelados nas metrópoles; assim fica difícil contornar o problema do exodo rural, pois até os meeiros ficam lá e cá, e quando vendem alguma produção viajam para gastar o dinheiro com os filhos que residem em SP. Gente, governadores, atentem para essa problemática, vamos desinchar as capitais, vamos minimizar a favelização... Urgente... Votem a causa rural mantenedora da  Mata Atlãntica com suas espécies remanescentes com urgência. Vos fala LUCIA CARMEN DE OLIVEIRA, ambientalista por educação ambiental aqui na internet.


COMBATE AO ÊXODO RURAL

OLHA uma sugestão para, ao invés de 'fabricarmos' pedintes e dependentes de bolsa família, o governo patrocinar projetos que envolva o trabalho em equipe no campo, ou seja, subsidiar empreendimentos rurais com tecnologias de ponta, compartilhados, favorecendo a criação de agrovilas da Agricultura Familiar.
PORQUE O PEQUENO FAZENDEIRO E OS MEEIROS TÊM DIFICULDADE DE EMPREENDER E RESIDIR NO CAMPO?
A vida rural é mais dispendiosa porque diariamente você tem que preparar sementeiras em estufas cobertas de tela; regar [irrigação canalizada], repor cercas que apodrecem, repor árvores onde falta, plantar, capinar e aparar gramado, cercar cada área, arrastar e armazenar troncos, mourões e lenhas; possuir ou alugar todas as ferramentas, maquinários e combustíveis; manutenção de estradas vicinais; o tempo todo você tem que dar manutenção e monitorar cultivos, estufas, podas e organização dos resíduos das podas que serão reciclados e reutilizados como proteção do solo e como adubo. Por exemplo, a agricultura sintrópica ensinada pelo suíço Ernst Göstch, uma conquista experienciada por ele durante décadas, chamou a atenção dos ambientalistas do mundo inteiro, sendo uma forma de monitoramento compartilhado online, um modelo que pode ser replicado a curto, médio e longo prazo porque trata-se de um estilo de vida simples [mínimo consumo de produtos industrializados] e ao mesmo tempo complexo [do ponto de vista tecnológico pelas razões citadas acima], portanto, o processo infinitamente contínuo, porque a vegetação cresce a cada chuva, por isso requer limpa e poda constantes. Assim também as estradas esburacam a cada chuva, por isso requer asfaltamento,  que é um mínimo que os agricultores merecem para escoar seus produtos.

  COMO COMBATER O ÊXODO RURAL?

Estruturação - Primeiramente analisar presença de lençóis freáticos em locais distantes do litoral e, em caso positivo, subsidiar construção de poços artesianos não somente nos sertões, mas também nas demais áreas rurais podendo ampliar o PRONAF, para aquisição do ‘MINHA CASA MINHA VIDA’ com telhado próprio para a coleta e as respectivas cisternas armazenadoras das chuvas. Isso estimularia outros programas, como, asfaltamento das estradas vicinais, o LUZ PARA TODOS com placas solares; irrigação; produção orgânica e permacultura; reflorestamento; extração do óleo do dendê [na costa do dendê-MARAÚ-BAHIA]; internet/educação no campo; criação de agrovilas. Subsidiar tecnologias aplicadas aos maquinários e ferramentas que facilitem a lida no campo, para aliviar o trabalho braçal, isso sim, descaracterizaria a escravização, com uma qualidade de vida digna-não-escravizante, um modelo dignificante e atraente para os adeptos a esse estilo de vida. Isso sim, estimularia a fixação do homem no campo e a produção orgânica para o combate ao êxodo rural. Esse é um sonho de todo possuidor de uma área rural.

Nenhum comentário:

Postar um comentário