quarta-feira, 17 de outubro de 2018

MAIS FUNDOS PARA A EDUCAÇÃO ATRAVÉS DOS JOGOS DA CAIXA


Ao Ministro da Educação/MEC
Rossiele Soares Silva

Quando falamos em mais investimentos na educação, como ocorre nos países desenvolvidos, há uma preocupação da sociedade em torno da melhoria na educação como um todo e também queremos saber de onde virão mais verbas.
São vários os aspectos a considerar como, estruturação das escolas, um suprimento de energia em quilowatts compatíveis ao uso de laboratórios-Lan de informática da escola; fomento e manutenção técnica/TIC que demanda atualizações continuas. Hoje, existem divulgações nas redes, formas de estimular no aluno a exposição de seus trabalhos em equipes; certos dons da comunicação, seriam desenvolvidos e isso pode enriquecer a atuação do aluno, no cumprimento dos seus deveres.  As inovações dos softwares, possibilita prevenções antivírus, que poderiam ser inerentes aos respectivos apps. Há que se indagar: só a percentagem vinda do PIB resolve o investimento em educação no Brasil?
"O Brasil está entre os países com pior desempenho em Educação no mundo. Na mais recente edição do Pisa (Programa Internacional de Avaliação de Alunos), em 2015, ficou nas últimas posições em Ciências (63º), Matemática (65º) e em Leitura (59ª) entre os 70 países analisados".

As metas preconizadas no PNE/MEC se efetivarão, gradativamente, e, todos devemos nos inteirar da política que rege e fomenta a utilização dos recursos. Por exemplo, dos onze tipos de jogos da CAIXA, no verso do volante consta cerca de 30% retido na fonte-IR e mais 30% para os programas sociais incluindo a educação, o FIES etc. A Transparência Fiscal exige uma prestação de contas anual e o brasileiro merece um detalhamento na utilização dessa verba.
Também deveria ser cobrado das empresas mineradoras, um royalt destinado a construção de mais escolas de cursos técnicos, cujos professores possam ser sim, de ‘notório saber’ já que suas oficinas são equipadas para determinada engenharia, como por exemplo, a formação de serralheiros, armadores, funileiros, carpinteiros e demais artes empregadas na construção civil, a que mais demanda mão de obra especializada e emprega. Talvez um convenio ou terceirização das diversas engenharias pelas construtoras – podendo participar do processo formador aliado a empregabilidade, incluindo os estágios de ensino médio. É disso que o jovem precisa, trabalhar na prática suas aprendizagens, já que profissionais de ‘notório saber’ postam suas inovações no YOUTUBE e ainda fornece a lista do material que foi utilizado naquela demonstração. Em cada município existe um oficineiro, um artista destes que merece um subsídio que seria a isenção de juros, através do MEI, BNDES, para os que queiram oferecer esses cursos, já que no interior não existe SENAI/SENAC. Com um convenio desses, o profissional poderia formalizar e ampliar seu espaço, adquirir mais ferramentas e maquinários adaptados as novas tecnologias que visam facilitar a mão de obra e minimizar acidentes, além de otimizar suas produções nas ciências aplicadas no dia a dia.  

No ramo da informática, as próprias tecnologias no uso de apps, tornaram-se uma necessidade, por exemplo, vemos propostas do BNCC para que disciplinas da área de humanas possam ser disponibilizadas, ensinadas EAD. Isso envolve a formação de professores multiplicadores, desde a ampliação e manutenção dos laboratórios de informática na escola, formação dos técnicos assistentes, para que o aluno em tempo integral, possa aprender fazendo, realizar as tarefas, diversificar suas aprendizagens via Lan-internet da própria escola, compreendendo suas funcionalidades afins com o processo educacional e respectivas avaliações periódicas. São premissas previstas no PNE e temos urgência de colocar em prática essas metas. Professores e alunos não merecem ficar á margem da evolução tecnológica, a cada dia mais célere. Assim, o jovem termina o ensino médio sabendo confeccionar alguma coisa, sabendo processar um programa ou simular outras engenharias que podem ser sistematizadas oficialmente, como já ocorre nas redes sociais, principalmente no YOUTUBE. Deparamos com o mesmo questionamento: de onde virão mais verbas... a parcela do PIB resolveria o investimento em educação no Brasil?
Podemos sugerir um aumento ou mesmo toda a arrecadação destinada á EDUCAÇÃO e CULTURA, pelos onze jogos da CAIXA - os 33% totais para essas duas secretarias que se fundiriam em um só Ministério, que pode ser descentralizado, delegando aos municípios, mediante projetos em editais de cada instituição nos territórios, com suas respectivas peculiaridades, inclusive quanto á educação no campo e quanto á educação popular (cultura), ou seja, parcerias público-privada, comprovadamente atuante junto ao socioeducativo, no sentido de diagnosticar os problemas como, asfaltamento das estradas vicinais, transporte escolar, poços artesianos/hidráulica e iluminação para a educação no campo por exemplo. A partir dessa logística na consecução de tal estruturação, aí sim, empreender ações tipo mão-na-massa, mesmo que seja replicando projetos que deram certo e podem ser praticados e ampliados, demonstrado através de filmagens, fotos nas redes sociais inclusive. Essa seria uma forma de evoluir propostas viáveis para a educação no campo e em geral.

MAIS FUNDOS ATRAVÉS DOS JOGOS DA CAIXA

Contribuição Loterias Caixa - Programa de Financiamento Estudantil (FIES) recebeu mais de R$ 574 milhões para possibilitar aos estudantes de baixa renda a oportunidade de fazer um curso superior e a conquistar melhores oportunidades no mercado de trabalho;
Ao Fundo Nacional de Cultura (FNC) foi enviado mais de R$ 209 milhões destinados à preservação, ao desenvolvimento e à divulgação da riqueza cultural de nosso país;
Além de alimentar os sonhos de milhões de apostadores, as Loterias Caixa contribui como uma importante fonte de recursos para o desenvolvimento social. Grande parte do total arrecadado com os jogos é repassado para investimento em áreas prioritárias para ajudar no crescimento do País.




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